Há alguns anos atrás conversando com um conhecido sobre futebol. Eu humildemente torcedor do Bahia o questionei: Qual é o seu time? E ele respondeu-me fitando por cima. Talvez por ser mais alto. Eu sou Vitoria, mas o meu esporte preferido é tênis. Aquela frase me fez retornar ao ano de 1977. Quando o meu Bahia jogou amistosamente na Fonte Nova com o Fortaleza e a nossa torcida como de habito foi de com força causando estragos no estádio. No outro dia ao entrar em um bar no largo da palma para saciar a sede com um refrigerante nesta época eu era um adolescente em fase de transição tinha apenas 15 anos. Ainda não tinha iniciado na carreira de alcoolista. Deparei com dois senhores abordando os fatos em determinado momento eu dei um sorriso fui censurado sendo tachado como um dos baderneiros que no dia anterior danificou o estádio. Ao conversar com este conhecido Senti que ele era apenas mais um daqueles que dia despertou em de João [100 medo] Saldanha a suspeita de que determinadas agremiações se afastaram do futebol por não aceitar o ingresso de operários e negros. Acho até que Associação Atlética e o Baiano de Tênis enveredaram pelo mesmo caminho, deixando seus atletas inativos. Porém, para orgulho nosso. A nossa historia começa com o fim destes clubes, por isto orgulhosamente não ostentamos a macula de preconceituosos. [Pelo contrário, as vezes somos vitimas de alguns maldosos que tentam nos depreciar]. Todavia, a fome de bola de Bayma e Gambarrota dentre outros falou mais alto dando origem ao Baianinho, Palha de seda e posteriormente o nosso Baêêêêêêêa!!!
Moacir Silva
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
FALANDO FRANCAMENTE
[como diria: Marcelo Nonato]
Não dá para entender, o porquê da raiva desta gente contra o Senhor Paulo Carneiro. Cadê o direito de ir? Já que lhe fora negado o de vir. Direito de trabalhar, de amar e de viver como e com quem ele quiser. Assim pensou o profeta [Raul Seixas]. Criador da Lei, há mais de quatro décadas. Mas parece que muita gente não assimilou o que ele profetizou. Ou talvez por ter convivido por duas décadas sendo tangidas pelo chicote da ditadura, estas pessoas ainda estão arredio a democracia. Mal sabem eles que com esta conduta, desperta mais no guerreiro a disposição para lutar. O Paulo é do tipo daqueles atacantes que há muito tempo deixou de existir. Aqueles que quanto mais apanhava partiam pra cima dos seus algozes “desmoralizando-os”. Dentre os quais vou citar Jesum Gabriel, Osni Lopes, Andre Catimba e o Tanque Beijoca. Este era guerreiro dentro e fora de campo. Além de enaltecê-lo, como o grande dirigente que é. Trás de volta aquele ditado popular, de que só se atiram pedras em arvores frutíferas. Hora minha gente!!! Deixe o rapaz seguir o seu caminho... Vocês já o escorraçaram, Tentaram jogar por terra todo um trabalho árduo, que o mesmo ao longo dos anos desenvolveu. Trabalho este que gerou muitos frutos, tornando-os, conhecidos em boa parte do mundo. Lembre-se, que antes vocês mal engatinhavam na Bahia. Será que o prazer de vocês seria que, o mesmo se mantivesse no anonimato. Não seria burrice: ignorar o talento? a capacidade? a visão? a competência? Por outro lado eu vejo que este senhor estava no lugar errado. Ou melhor, trabalhava para quem não reconhece. Por acharem que fazem parte de uma classe de intocáveis. Sem saber que esta intocabilidade era danosa e não os deixavam progredir, por isto viviam estáticos diante do presente, sem planejar o futuro conseqüentemente jamais teria orgulho do passado. Vejo que desfrutaram e gostaram do sucesso. Então, sigam adiante, e permitam que os outros dêem continuidade a sua vida. Sejam caprichosos e mostre que ele não é insubstituível. [Se bem que pra encontrar um “louco” a altura, vai demorar pacas...] Hoje não, ele esta ao lado pessoas simples, mas que valoriza as glórias e seus guerreiros. [É obvio que há exceções]. Também gostaria de lembrar a esta gente. Que nem Agatha Christie, com todo o seu talento conseguiria, ainda que ela flexionasse a ficção camuflar da Historia de vocês o tributo deste destemido guerreiro. A menos que Deus determinasse.
Viva a liberdade!!! Salve a Democracia!!! Força para os que se ousa a lutar contra burguês e sua tirania.
Moacir Silva
[como diria: Marcelo Nonato]
Não dá para entender, o porquê da raiva desta gente contra o Senhor Paulo Carneiro. Cadê o direito de ir? Já que lhe fora negado o de vir. Direito de trabalhar, de amar e de viver como e com quem ele quiser. Assim pensou o profeta [Raul Seixas]. Criador da Lei, há mais de quatro décadas. Mas parece que muita gente não assimilou o que ele profetizou. Ou talvez por ter convivido por duas décadas sendo tangidas pelo chicote da ditadura, estas pessoas ainda estão arredio a democracia. Mal sabem eles que com esta conduta, desperta mais no guerreiro a disposição para lutar. O Paulo é do tipo daqueles atacantes que há muito tempo deixou de existir. Aqueles que quanto mais apanhava partiam pra cima dos seus algozes “desmoralizando-os”. Dentre os quais vou citar Jesum Gabriel, Osni Lopes, Andre Catimba e o Tanque Beijoca. Este era guerreiro dentro e fora de campo. Além de enaltecê-lo, como o grande dirigente que é. Trás de volta aquele ditado popular, de que só se atiram pedras em arvores frutíferas. Hora minha gente!!! Deixe o rapaz seguir o seu caminho... Vocês já o escorraçaram, Tentaram jogar por terra todo um trabalho árduo, que o mesmo ao longo dos anos desenvolveu. Trabalho este que gerou muitos frutos, tornando-os, conhecidos em boa parte do mundo. Lembre-se, que antes vocês mal engatinhavam na Bahia. Será que o prazer de vocês seria que, o mesmo se mantivesse no anonimato. Não seria burrice: ignorar o talento? a capacidade? a visão? a competência? Por outro lado eu vejo que este senhor estava no lugar errado. Ou melhor, trabalhava para quem não reconhece. Por acharem que fazem parte de uma classe de intocáveis. Sem saber que esta intocabilidade era danosa e não os deixavam progredir, por isto viviam estáticos diante do presente, sem planejar o futuro conseqüentemente jamais teria orgulho do passado. Vejo que desfrutaram e gostaram do sucesso. Então, sigam adiante, e permitam que os outros dêem continuidade a sua vida. Sejam caprichosos e mostre que ele não é insubstituível. [Se bem que pra encontrar um “louco” a altura, vai demorar pacas...] Hoje não, ele esta ao lado pessoas simples, mas que valoriza as glórias e seus guerreiros. [É obvio que há exceções]. Também gostaria de lembrar a esta gente. Que nem Agatha Christie, com todo o seu talento conseguiria, ainda que ela flexionasse a ficção camuflar da Historia de vocês o tributo deste destemido guerreiro. A menos que Deus determinasse.
Viva a liberdade!!! Salve a Democracia!!! Força para os que se ousa a lutar contra burguês e sua tirania.
Moacir Silva
Desigualdades
Imagine uma guerra onde o inimigo dispõe de um exercito dos mais respeitado do planeta. Enquanto que o seu oponente vive oprimido
E a sua principal arma são bombas de pequeno alcance e quase que indestrutíveis já que na maioria das vezes ele não acerta o alvo por não dispor da mesma tecnologia que abastece o seu agressor. Atacante este que se lança pelo ar. Por terra e mar ceifando vidas inocentes que eu acredito até que são obrigados pelos seus lideres a fazerem papeis de escudeiros o que não tem conseguido, Pois o inimigo é feroz, prova maior deste disparate é numero de vitimas O gigante contabiliza orgulhosamente mil e trezentas baixas
O seu rival atinge o inexpressivo numero de treze pessoas, ou seja, um por cento. Tudo isto ocorre diante do olho das grandes potencias que já deveriam ter adotados as providencias para que este conflito desigual não tivesse nem começo devido a sua desproporcionalidade. Podemos citar a ONU que como árbitro das grandes pelejas é constantemente desrespeitado pelas partes em litígio principalmente quando a maior potência descumpre as suas determinações e invade outro país camuflando os seus verdadeiros interesses sob pretexto de que estes pais tinham armas de destruição em massa. Implantado o terror causado medo ódio de forma que só aumenta à ira nos menos favorecidos. Isto deixa seqüelas irreparáveis em uma população. Isto sem falar nas perdas que não foram sós daqueles povos e sim da humanidade, já que eles são detentores do ABC da humanidade. São riquíssimos em historias, além do bem maior que são vidas humanas e desarmadas nas mãos de homens gananciosos, usurpadores inconseqüentes, que mesmo com o passar dos tempos não aprendem que vida é maior riqueza do homem e que somente quem o afortunou com este tesouro poderia tomá-la de volta.
Paz, amor, paz. Guerra nunca mais!!!
Autor: Moacir Silva
Imagine uma guerra onde o inimigo dispõe de um exercito dos mais respeitado do planeta. Enquanto que o seu oponente vive oprimido
E a sua principal arma são bombas de pequeno alcance e quase que indestrutíveis já que na maioria das vezes ele não acerta o alvo por não dispor da mesma tecnologia que abastece o seu agressor. Atacante este que se lança pelo ar. Por terra e mar ceifando vidas inocentes que eu acredito até que são obrigados pelos seus lideres a fazerem papeis de escudeiros o que não tem conseguido, Pois o inimigo é feroz, prova maior deste disparate é numero de vitimas O gigante contabiliza orgulhosamente mil e trezentas baixas
O seu rival atinge o inexpressivo numero de treze pessoas, ou seja, um por cento. Tudo isto ocorre diante do olho das grandes potencias que já deveriam ter adotados as providencias para que este conflito desigual não tivesse nem começo devido a sua desproporcionalidade. Podemos citar a ONU que como árbitro das grandes pelejas é constantemente desrespeitado pelas partes em litígio principalmente quando a maior potência descumpre as suas determinações e invade outro país camuflando os seus verdadeiros interesses sob pretexto de que estes pais tinham armas de destruição em massa. Implantado o terror causado medo ódio de forma que só aumenta à ira nos menos favorecidos. Isto deixa seqüelas irreparáveis em uma população. Isto sem falar nas perdas que não foram sós daqueles povos e sim da humanidade, já que eles são detentores do ABC da humanidade. São riquíssimos em historias, além do bem maior que são vidas humanas e desarmadas nas mãos de homens gananciosos, usurpadores inconseqüentes, que mesmo com o passar dos tempos não aprendem que vida é maior riqueza do homem e que somente quem o afortunou com este tesouro poderia tomá-la de volta.
Paz, amor, paz. Guerra nunca mais!!!
Autor: Moacir Silva
quinta-feira, 10 de julho de 2008
PALHAÇO ESQUECIDO [ meu algoz]
Aquele tolo que um dia me inquiriu
Hoje vive no anonimato
Morrendo de vergonha dos seus atos
Já que ele como produtor
Era muito fraco
Produziu filmes de última categoria
E transformou os meus matinais
Em sessão covardia
Ele não entendia que
O universo era um campo aberto
Para quem quisesse decolar
E não permitia que eu entrasse e cena
Dizendo que o sistema
Não tinha como me absolver
E que eu era um louco
Por isto tinha que viver escondido
Para não botar o mundo em perigo
Hoje ele deve estar escondido
Morrendo de vergonha
Ao ver que aqueles
Que viviam ocultamente
Hoje é quem faz a chamada
Enquanto ele
Responde presente
E eu com a minha língua ferina
Através dos meus versos
Aciono a minha guilhotina
Se para viver em liberdade
Tenho que pagar um preço exorbitante
Eu prefiro atar os meus pés
E não ir adiante
E esperar pela mudança dos tempos
E saborear os bons ventos.
Autor: Moacir Silva
Hoje vive no anonimato
Morrendo de vergonha dos seus atos
Já que ele como produtor
Era muito fraco
Produziu filmes de última categoria
E transformou os meus matinais
Em sessão covardia
Ele não entendia que
O universo era um campo aberto
Para quem quisesse decolar
E não permitia que eu entrasse e cena
Dizendo que o sistema
Não tinha como me absolver
E que eu era um louco
Por isto tinha que viver escondido
Para não botar o mundo em perigo
Hoje ele deve estar escondido
Morrendo de vergonha
Ao ver que aqueles
Que viviam ocultamente
Hoje é quem faz a chamada
Enquanto ele
Responde presente
E eu com a minha língua ferina
Através dos meus versos
Aciono a minha guilhotina
Se para viver em liberdade
Tenho que pagar um preço exorbitante
Eu prefiro atar os meus pés
E não ir adiante
E esperar pela mudança dos tempos
E saborear os bons ventos.
Autor: Moacir Silva
RIO CUIABÁ [A Ju com carinho e tristeza]
Hoje o meu pano de fundo
É um rio de saudades
Ele tem a beleza de um córrego natural
No passado foi navegável
Agora não passa de riacho quase que intransitável
Os naturalistas reclamam, e ninguém os escuta
Mesmo assim eles não dão tréguas
Estão sempre prontos para a luta
Eles entendem que tem reeducar a nossa nação
Ensinar-lhes que podemos progredir sem destruir
O homem que hoje os ignora
É um inconseqüente
Por isto que não se alia a esta gente
E no futuro sentirão saudades de outrora
Mas será tarde, pois a felicidade
Sentiu se desprezada e foi embora
Este rio vai fraquejando
Carrega nas suas poucas águas as lagrimas
De quem com certeza luta incansavelmente
Para manter viva a natureza
E com tristeza vê desaparecer
Levando consigo a sensibilidade
De quem quer manter a biodiversidade
O tempo esta passando
Eu vejo que aos a natureza
Está sendo degradada
Tudo na maior simplicidade
Pelas mãos dos homens insensíveis
E contrários a originalidade.
Minha voz suplica
Pedindo o fim desta agonia
O meu eco se perde no espaço
E cala-se diante dos insanos
Adeptos da tirania.
Autor: Moacir Silva
domingo, 8 de junho de 2008
OS ILEGAIS
Os astros vivem lá no céu
E as estrelas também
Na terra só tem agente
Que um dia já fomos anjos
E agora não somos ninguém
Uns se dizem celebridades
Mas são tão fracos
Que só vivem em sociedade
Quem tentou viver sozinho
Ficou em apuros e morreu no caminho
Este sistema é nefasto
Ele nos condena a viver no fracasso
Eles são obstinados e só pensa nos seus
Pra gente não sobra nem o rastro
Nós tentamos segui-lo
Mas ficamos no caminho
Porque eles são tão lépidos
E diz que somos fétidos
Nossa vida é atormentada
Os ilegais tem tudo
E quem trabalha não herda nada
Eu não resolvo o seu problema
Pois não ganho do governo
E nem faço parte do sistema
Que é quem cobra imposto
E aplica tudo no esquema
Esquecendo do social
Fazendo com que
Eu me torne um imoral.
Autor: Moacir Silva
E as estrelas também
Na terra só tem agente
Que um dia já fomos anjos
E agora não somos ninguém
Uns se dizem celebridades
Mas são tão fracos
Que só vivem em sociedade
Quem tentou viver sozinho
Ficou em apuros e morreu no caminho
Este sistema é nefasto
Ele nos condena a viver no fracasso
Eles são obstinados e só pensa nos seus
Pra gente não sobra nem o rastro
Nós tentamos segui-lo
Mas ficamos no caminho
Porque eles são tão lépidos
E diz que somos fétidos
Nossa vida é atormentada
Os ilegais tem tudo
E quem trabalha não herda nada
Eu não resolvo o seu problema
Pois não ganho do governo
E nem faço parte do sistema
Que é quem cobra imposto
E aplica tudo no esquema
Esquecendo do social
Fazendo com que
Eu me torne um imoral.
Autor: Moacir Silva
sexta-feira, 6 de junho de 2008
QUASE JÓ
A sua alegria não me contagia
Eu quero festa duradoura
E não lampejos por dia
Diz-me aonde você quer chegar
Eu converso com pai eterno
Ti mostro o céu
Escondo o inferno
Para você não se apaixonar
Quando será que você vai respeitar os meus direitos
E permitir que eu corrija os meus defeitos
Chega de intolerância
Não quero mais ser servil
E olhe que eu procuro
E não encontro
Apesar das belezas
Eu vi muitas incertezas
Nos olhos do menino Brasil
Que mais parece um barco
Fugindo do timoneiro
E vive desorientado
Em alto mar
Procurando um estaleiro
Mesmo não sendo Jó
Eu sou paciente
E se for preciso
Eu espero pelo último minuto da vida
Para cuspir na cara de um verme
Que tem sintomas de gente.
Autor: Moacir Silva
Eu quero festa duradoura
E não lampejos por dia
Diz-me aonde você quer chegar
Eu converso com pai eterno
Ti mostro o céu
Escondo o inferno
Para você não se apaixonar
Quando será que você vai respeitar os meus direitos
E permitir que eu corrija os meus defeitos
Chega de intolerância
Não quero mais ser servil
E olhe que eu procuro
E não encontro
Apesar das belezas
Eu vi muitas incertezas
Nos olhos do menino Brasil
Que mais parece um barco
Fugindo do timoneiro
E vive desorientado
Em alto mar
Procurando um estaleiro
Mesmo não sendo Jó
Eu sou paciente
E se for preciso
Eu espero pelo último minuto da vida
Para cuspir na cara de um verme
Que tem sintomas de gente.
Autor: Moacir Silva
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