Aquele tolo que um dia me inquiriu
Hoje vive no anonimato
Morrendo de vergonha dos seus atos
Já que ele como produtor
Era muito fraco
Produziu filmes de última categoria
E transformou os meus matinais
Em sessão covardia
Ele não entendia que
O universo era um campo aberto
Para quem quisesse decolar
E não permitia que eu entrasse e cena
Dizendo que o sistema
Não tinha como me absolver
E que eu era um louco
Por isto tinha que viver escondido
Para não botar o mundo em perigo
Hoje ele deve estar escondido
Morrendo de vergonha
Ao ver que aqueles
Que viviam ocultamente
Hoje é quem faz a chamada
Enquanto ele
Responde presente
E eu com a minha língua ferina
Através dos meus versos
Aciono a minha guilhotina
Se para viver em liberdade
Tenho que pagar um preço exorbitante
Eu prefiro atar os meus pés
E não ir adiante
E esperar pela mudança dos tempos
E saborear os bons ventos.
Autor: Moacir Silva
quinta-feira, 10 de julho de 2008
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Um comentário:
Ola! adorei este teu espaço muito bom, meus sinceros aplausos e te convido a conhecer o meu cantinho também, muita luz pra ti, com carinho Mone uezu.
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