sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Desigualdades

Imagine uma guerra onde o inimigo dispõe de um exercito dos mais respeitado do planeta. Enquanto que o seu oponente vive oprimido
E a sua principal arma são bombas de pequeno alcance e quase que indestrutíveis já que na maioria das vezes ele não acerta o alvo por não dispor da mesma tecnologia que abastece o seu agressor. Atacante este que se lança pelo ar. Por terra e mar ceifando vidas inocentes que eu acredito até que são obrigados pelos seus lideres a fazerem papeis de escudeiros o que não tem conseguido, Pois o inimigo é feroz, prova maior deste disparate é numero de vitimas O gigante contabiliza orgulhosamente mil e trezentas baixas
O seu rival atinge o inexpressivo numero de treze pessoas, ou seja, um por cento. Tudo isto ocorre diante do olho das grandes potencias que já deveriam ter adotados as providencias para que este conflito desigual não tivesse nem começo devido a sua desproporcionalidade. Podemos citar a ONU que como árbitro das grandes pelejas é constantemente desrespeitado pelas partes em litígio principalmente quando a maior potência descumpre as suas determinações e invade outro país camuflando os seus verdadeiros interesses sob pretexto de que estes pais tinham armas de destruição em massa. Implantado o terror causado medo ódio de forma que só aumenta à ira nos menos favorecidos. Isto deixa seqüelas irreparáveis em uma população. Isto sem falar nas perdas que não foram sós daqueles povos e sim da humanidade, já que eles são detentores do ABC da humanidade. São riquíssimos em historias, além do bem maior que são vidas humanas e desarmadas nas mãos de homens gananciosos, usurpadores inconseqüentes, que mesmo com o passar dos tempos não aprendem que vida é maior riqueza do homem e que somente quem o afortunou com este tesouro poderia tomá-la de volta.
Paz, amor, paz. Guerra nunca mais!!!

Autor: Moacir Silva

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